A plataforma
O que você manda fazer no Senado
Sabatina, CPI, relatoria, emenda e voto: cada compromisso vem acompanhado da ferramenta do Senado que o tira do papel.
Os oito objetivos de mandato
O que ele vai fazer lá dentro
01 Fazer o bandido voltar a temer a lei
Lei o Brasil tem de sobra. O que falta é consequência.
O corrupto rouba sabendo que pode recorrer durante anos, esconder patrimônio, transferir dinheiro, esperar a prescrição e usar o processo para fugir da Justiça. Isso precisa mudar. Corrupção tem vítima: mata quando falta remédio, quando a estrada não é construída, quando o policial não tem equipamento, quando a escola abandona uma criança. Cada real roubado é um direito arrancado de alguém.
O corrupto precisa perder o dinheiro, o cargo e a liberdade, e precisa saber que a lei será cumprida.
O que isso quer dizer na prática
- Recuperação rápida do dinheiro roubado
- Fim das brechas que produzem impunidade
- Punições efetivas para corrupção e lavagem de dinheiro
- Perda do patrimônio criminoso
- Fim de privilégios processuais
- Prisão efetiva de criminosos do colarinho branco
- Mecanismos contra prescrição e recursos usados apenas para atrasar processos
02 Fazer Brasília respeitar o Paraná
O Paraná não é colônia política de Brasília.
Um estado que produz e sustenta grande parte do país não pode ser tratado como quintal de partido nem como simples fonte de impostos, muito menos continuar pagando a conta enquanto Brasília concentra poder e recursos. Eleição no Paraná não se decide no tapetão.
Quem escolhe o representante do Paraná é o povo, e nenhum partido de Brasília ou ministro em gabinete decide isso por ele.
O que isso quer dizer na prática
- Os recursos do Paraná
- O voto dos paranaenses
- O agronegócio
- Os empreendedores
- Os trabalhadores
- Os municípios
- A infraestrutura
- As rodovias e ferrovias
- A segurança das fronteiras
- O desenvolvimento do interior
03 Conter os abusos e reequilibrar os Poderes
Nenhuma autoridade pode estar acima da Constituição.
Nem presidente, nem senador, nem ministro do Supremo. O Senado existe para fiscalizar, sabatinar, impor limites e proteger o equilíbrio entre os Poderes. Combater o crime exige firmeza; combater abusos exige coragem.
Rigor contra criminosos e compromisso com a Constituição, ao mesmo tempo.
O que isso quer dizer na prática
- Limites para decisões individuais
- Respeito ao devido processo legal
- Direito de defesa
- Liberdade de expressão
- Liberdade religiosa
- Respeito ao voto popular
- Responsabilidade para autoridades que abusem do poder
- Independência e equilíbrio entre as instituições
04 Fiscalizar o governo e todos os poderosos
O Senado não pode continuar sendo um clube de proteção.
Autoridades, banqueiros, empresários e políticos influentes encontram no Senado abrigo em vez de fiscalização, justamente na casa que recebeu da Constituição os instrumentos para vigiá-los.
Quem o Paraná mandar para essa cadeira assume o posto de fiscal dos poderosos.
O que isso quer dizer na prática
- Aprova ou rejeita ministros do STF
- Aprova o procurador-geral da República
- Sabatina autoridades
- Abre CPIs e CPMIs
- Fiscaliza o governo federal
- Representa os estados
- Vota mudanças constitucionais
- Constrói as principais leis contra corrupção, lavagem de dinheiro e crime organizado
05 Declarar guerra ao crime organizado
O crime organizado não vive apenas do tráfico.
Ele se infiltra em bancos, empresas, contratos públicos, transportes, combustíveis, apostas, presídios, fronteiras e estruturas políticas. Prender o soldado da facção resolve pouco enquanto o dinheiro, os chefes, os operadores e os protetores seguem intactos.
Quando o crime perde o dinheiro, perde o poder.
O que isso quer dizer na prática
- Integração entre polícias e órgãos de inteligência
- Bloqueio e confisco de patrimônio
- Combate financeiro às facções
- Proteção das fronteiras
- Cooperação internacional
- Endurecimento contra líderes criminosos
- Combate à infiltração do crime no poder público
06 Devolver a segurança às famílias
A população não pode continuar presa dentro de casa.
Quem protege a sociedade precisa ter respaldo. Quem ameaça, agride, estupra, rouba ou mata precisa enfrentar consequências reais. Segurança se constrói com inteligência, integração, autoridade e consequência, e discurso nenhum substitui isso.
Sem segurança não existe liberdade. Sem liberdade não existe prosperidade.
O que isso quer dizer na prática
- Valorização das forças policiais
- Investimento em inteligência e tecnologia
- Combate ao tráfico de armas e drogas
- Proteção às vítimas
- Revisão de leis que beneficiam reincidentes violentos
- Fortalecimento do sistema penitenciário
- Proteção das mulheres e das famílias
- Investigação eficiente e punição efetiva
07 Dar segurança jurídica para o Brasil voltar a crescer
Um país instável afasta investimentos.
Um país onde as regras mudam conforme o réu, o juiz ou o interesse político não consegue gerar confiança. O dinheiro que não é roubado pode virar escola, estrada, hospital, emprego e oportunidade.
Combater a corrupção também é política econômica.
O que isso quer dizer na prática
- Estabilidade institucional
- Responsabilidade fiscal
- Redução do desperdício
- Transparência
- Liberdade econômica
- Empreendedorismo
- Geração de empregos
- Respeito a quem produz
- Redução do peso do Estado sobre o cidadão
08 Proteger quem faz a coisa certa
Um país que persegue seus honestos acaba governado pelos desonestos.
Quem combate o crime e denuncia corrupção precisa de respaldo e de proteção, e quem cumpre a lei não pode ser tratado como criminoso.
Esse compromisso vem de quem pagou o preço de enfrentar o sistema por dentro.
O que isso quer dizer na prática
- Policiais
- Procuradores
- Promotores
- Investigadores
- Servidores
- Jornalistas
- Testemunhas
- Denunciantes
- Cidadãos que enfrentam o crime
Do compromisso ao projeto de lei
Os oito objetivos dizem para onde ir. As 10 Medidas para o Senado são as propostas concretas, com texto pronto, dados e plano de votação. Quatro já estão tramitando no Congresso e seis serão apresentadas como senador.
Manifesto de campanha
O Brasil não sofre por falta de gente honesta
Sofre porque a honestidade quase nunca chega aos lugares em que o poder precisa ser fiscalizado. Temos policiais que prendem, procuradores que investigam, auditores que identificam desvios, jornalistas que revelam esquemas, servidores que se recusam a participar de crimes, empresários que trabalham sem comprar favores, cidadãos que pagam seus impostos. Mas, no topo, o sistema oferece aos poderosos aquilo que nega ao brasileiro comum: tempo, influência, recursos intermináveis e proteção.
A lei é rápida para quem não tem poder e lenta para quem pode pagar para esperar. A corrupção também mudou: já não aparece apenas em malas, apartamentos ou contas no exterior. Hoje atravessa bancos, fundos, fintechs, empresas de fachada, contratos simulados, postos de combustíveis, apostas, previdência e redes de influência. O crime organizado deixou de ocupar apenas a esquina e passou a disputar a economia e o Estado.
Por isso a indignação, sozinha, resolve pouco. Enfrentar esse crime exige conhecimento e preparo, e um trabalho que vá além de quem executa, até alcançar quem financia, protege e lucra. Essa missão precisa chegar ao Senado, ao lugar que aprova autoridades, fiscaliza o governo, abre CPIs, representa os estados e pode fechar as brechas usadas pelos poderosos.
Não é uma cadeira que está em jogo, são os instrumentos. Não é vingança, é consequência. Um Senado que fiscaliza em vez de proteger. Levar o Paraná a Brasília, e não o contrário.
O soldado da lei.
O fiscal do povo.
De um lado e de outro
O sistema de Brasília e o Paraná de verdade
Some-se
Plataforma escrita serve para ser cobrada
Guarde esta página. Depois da eleição, ela continua no ar, e cada objetivo daqui é uma pergunta que você tem o direito de fazer.
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