4 de agosto de 2026 · Nota à imprensa · Curitiba

Impugnação do PT tenta tirar da urna o procurador que coordenou a Lava Jato

Deltan levou a questão à Justiça Eleitoral em julho, com pareceres de juristas, e antecipou o pedido de registro antes de qualquer prazo. Ele responderá nos autos, no prazo da lei

A impugnação do Partido dos Trabalhadores (PT) não é nada mais do que o partido investigado pela operação Lava Jato tentando tirar da urna o procurador que coordenou a operação. Não conseguem derrotar Deltan no voto, então tentam retirá-lo antes do voto.

Deltan está tão seguro de sua situação jurídica que levou a questão à Justiça Eleitoral em julho e antecipou o seu pedido de registro de candidatura, com todos os documentos, pareceres de grandes juristas e antes de qualquer prazo: ele está elegível. Não tinha processo administrativo disciplinar pendente quando deixou o Ministério Público, não foi demitido, não perdeu o cargo, e nenhum dos procedimentos apontados resultou em punição. Em 2023, o voto de quase 345 mil paranaenses foi anulado com base numa suposição sobre o futuro. O futuro chegou e não confirmou nada.

Hoje, no Brasil, condenados por corrupção disputam eleições com absoluta naturalidade, enquanto quem combateu a corrupção precisa provar que pode concorrer. Deltan responderá nos autos, no prazo da lei, e confia na Justiça Eleitoral do Paraná. Fora dos autos, vale o que sempre valeu: quem escolhe quem representa o Paraná no Senado não é partido nenhum, é o eleitor paranaense.

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